ANIMAIS

Onça pintada

 
   Ela move-se silenciosamente, com  cabeça abaixada: as manchas de seu pêlo constituem uma perfeita camuflagem. A onça é um bom pescador. Agita a cauda sobre a superfície do rio para atrair o peixe que ela pega com uma patada.  Como o tigre, ao contrário da maioria dos felinos, ela nada freqüentemente, atravessando rios e riachos.
    A onça tem sido muito caçada por causa da sua bela pele.
 Por isso, a espécie está ameaçada, uma vez que sua reprodução é lenta. O acasalamento dá-se em qualquer época.  Ao nascer, o filhote pesa quase um kg.  Com seis semanas já vai  caçar. Fica com a mãe até um ou dois anos.
 Este felino lindo, infelizmente por causa da ganância da maioria dos homens pelo dinheiro; será com certeza extinto.
 
 
   A onça-pintada, à primeira vista, parece-se muito com o leopardo. Contudo um exame mais detalhado mostra que sua padronagem de pêlo apresenta diferenças significativas. Enquanto o leopardo apresenta rosetas menores mas em maior quantidade, as manchas da onça são mais dispersas e desenham uma roseta maior, algumas delas com pontos pretos no meio. 
   A cabeça da onça é proporcionalmente maior em relação ao corpo. Um exemplar adulto alcança até 1,90 m de comprimento, chegando a pesar em torno de 115 kg, embora, em média, os machos pesem 90 kg e as fêmeas 75 kg. A altura da cernelha é de aproximadamente 70 cm.
 
Dieta da Onça Pintada
  A onça-pintada é uma excelente caçadora. As patas curtas não lhe permitem longas corridas, porém lhe proporcionam grande força, fundamental para dominar animais possantes como antas, capivaras, queixadas, tamanduás e até mesmo jacarés. Ocasionalmente esses felinos atacam e devoram grandes serpentes (jibóias e sucuris), quando a fome aperta e não encontram outra presa. Na Venezuela foram registrados casos de onças a devorar anacondas adultas. Enquanto os outros grandes felinos matam suas vítimas, mordendo-as na jugular, a onça o faz atacando-as diretamente na cervical, graças a suas mandíbulas poderosas, as mais fortes de todos os felinos e a segunda mais forte entre os carnívoros terrestres. A mordida de uma onça pode facilmente atravessar o casco de uma tartaruga. Apesar disso, o onça não se furta em comer pequenos animais se a chance lhe aparece.
 
           Reprodução
  As onças-pintadas são solitárias e só buscam a companhia de um par durante a época de acasalamento. A gestação dura em média 100 dias e até quatro filhotes podem ser gerados. Estes nascem cegos e passam a enxergar após 2 semanas. A fêmea só cria até dois por ninhada, permanecendo os filhotes com a mãe até os dois anos de idade. Os machos atingem a maturidade sexual em torno dos três anos, enquanto as fêmeas a alcançam com dois anos. Em cativeiro, as onças vivem até 20 anos. A expectiva de vida para animais selvagens cai pela metade.
 
   O interior dessas manchas é de um dourado, um amarelo mais escuro que o restante da pelagem. Existem também alguns indivíduos melânicos, as chamadas onças-pretas. Elas não pertencem a uma outra espécie, e suas manchas ainda são facilmente reconhecíveis na pelagem escura, trata-se apenas de uma mutação genética na qual os indivíduos produzem mais melanina do que o normal, o que provoca um maior escurecimento da pelagem desse animais.
 
 
Status de conservação
    A caça pela pele, a destruição de seus habitats, o isolamento populacional e a caça e envenenamento por parte de pecuaristas têm contribuído para o declínio do números de onças em toda a América.
    A onça-pintada extinguiu-se nos Estados Unidos da América em 1986, tendo sido avistada pela última vez no Arizona.
 
 
 
Pantera-negra
Filo: Chordata
Classe: Mammalia
Ordem: Carnívora
Família: Felidae
Características: Comprimento: macho, até 1,80 mt. - fêmea até 1,30 mt mais a cauda de 0,80 centímetro.
Altura da cernelha: até 85 cm. 
Peso: até 115 Kg. 
Período de gestação: 95 a 111 dias.
Filhotes de 1 a 4 por ano
Hábito alimentar: Carnívoro; noturno e crepuscular 
Alimentação: Queixadas, tamanduás, antas, capivaras, entre outros.

 

 

                                  Gato bravo - Gato selvagem 

O gato-bravo (Felis silvestris), também conhecido como gato-selvagem, gato-cabeçana ou gato-montês, é um pequeno felino natural da Europa, África e Ásia. A espécie é bastante versátil e ocupa habitats diversificados como savanas, florestas e estepes. O gato-doméstico evoluiu a partir do gato-bravo e é considerado como sua sub-espécie (Felis silvestris catus).

 

 

O gato-bravo é um carnívoro de médio porte, semelhante aos gatos-domésticos, porém mais robusto. A cabeça é grande e arredondada, com um focinho curto e poderosas mandíbulas. Os olhos são geralmente verdes. As patas são curtas e fortes.
A pelagem é acastanhada e/ou acinzentada, o que permite camuflar-se no seu ambiente. A principal característica distintiva é a sua cauda grossa e de aspecto tufado, que apresenta 3 a 5 anéis pretos, largos e bem espaçados, terminando numa ponta negra arredondada. O corpo também tem riscas ao longo dos flancos e patas. Ao contrário de muitos gatos-domésticos, a pelagem do gato-bravo não tem pintas.
 
Gato-bravo.
Os machos têm entre 52 e 65 cm de comprimento e pesam em média 5 kg (máximo 7 kg), enquanto as fêmeas medem entre 48 e 57 cm e pesam cerca de 3,5 kg. O peso dos animais varia sazonalmente.
 
É um animal tímido e esquivo, de hábitos nocturnos e difícil de observar na natureza. Como quase todos os felinos, o gato-bravo é um animal solitário.
Cada animal controla um território que defende tenazmente de invasores. Machos e fêmeas se buscam apenas na época do acasalamento, no final do inverno boreal. Os territórios podem ter entre 0.6 e 3,5 km², ainda que em Portugal os territórios tendem a ser maiores, alcançando 10–12 km².
Os gatos-bravos tem excelentes sentidos: audição, olfato e visão. São também grandes trepadores, passando grande parte do tempo sobre os ramos das árvores.

 

O gato-bravo come principalmente pequenos mamíferos como roedores (ratos-selvagens) e lagomorfos (coelhos e lebres). Também come aves e, mais raramente, pode se alimentar de répteis, anfíbios e até mesmo de insectos.

 

 

Os acasalamentos ocorrem no final do inverno, entre janeiro e março. Nessa época os machos mais dominantes copulam com várias fêmeas. Após um período de gestação de entre 63 a 70 dias nascem os filhotes, a maioria entre o final de março e o final de abril. As ninhadas têm entre 3 a 7 crias. As fêmeas tem uma ninhada por ano.
As crias são amamentadas por entre 6 a 7 semanas, e a partir dessa idade começam a se tornar independentes e a buscar um território. As fêmeas alcançam a maturidade sexual aos 9-10 meses de idade, e os machos aos 12 meses.
 
 
 

                                            Capivara

 
Encontrada em certas áreas das Américas do Sul e Central, próximo a rios e lagos, a capivara (Hydrochoerus hydrochaeris), também chamada de carpincho e capincho, é o maior roedor do mundo. Alimenta-se de capins e ervas. Daí, a etimologia de seu nome: "capivara" procede do termo tupi kapi'wara, que significa "comedor de capim"[1]. Já "capincho" procede do castelhano platino capincho[2]. No Rio Grande do Sul, é também conhecida por bicho-papão ou orelha.
Quando a esquadra de Pedro Álvares Cabral chegou ao Brasil em 1500, os indígenas locais já domesticavam este animal.[3].
 
 
Detalhe de uma capivara em foto de Silvio Tanaka
 
 
Um grupo de cinco animais adultos acompanhados de quatro filhotes se alimentando de grama no campus Universidade de São Paulo, em São Paulo, no Brasil.
É uma excelente nadadora, tendo inclusive pés com pequenas membranas. Ela se reproduz na água e a usa como defesa, escondendo-se de seus predadores. Ela pode permanecer submersa por alguns minutos. A capivara também é conhecida por dormir submersa com apenas o focinho fora d'água. No Pantanal, seus principais períodos de atividade são pela manhã e à tardinha, mas em áreas mais críticas podem tornar-se exclusivamente noturnas. Nas décadas de 1960 e 1970, as capivaras foram caçadas comercialmente no Pantanal, por sua pele e pelo seu óleo, que era considerado como tendo propriedades medicinais. Estudos posteriores indicam que pode haver, no mínimo, cerca de 400 mil capivaras em todo o Pantanal.
A capivara, como animal pastador, utiliza a água como refúgio, e não como fonte de alimentos, o que a torna muito tolerante à vida em ambientes alterados pelo homem: tornou-se famoso o caso da "capivara da lagoa", que viveu durante meses no entorno da Lagoa Rodrigo de Freitas na área urbana do Rio de Janeiro, assim como é notória a presença de capivaras em partes dos rios Tietê e Pinheiros, em plena São Paulo, apesar do altíssimo índice de poluição destes rios.
Nas regiões ao longo do Rio Paraná no sul do Brasil e norte da Argentina, as capivaras são freqüentemente capturadas e aprisionadas para criações em cativeiro ou para serem abatidas como carne de caça. Entretanto, no Brasil, esta prática tem de ser precedida de projeto e licenciada pelos órgãos de controle ambiental sob pena de configurar crime ambiental, já que a capivara é uma espécie protegida por lei.
Existem estudos para sua criação em cativeiro visando à produção de carne como substituto à caça predatória, mas ainda há poucos resultados práticos nesse sentido. Sua carne tem sabor próximo ao do porco e é mais magra, porém com um sabor mais picante.
 
A capivara, assim como o cavalo, é um dos hospedeiros primários do carrapato-estrela (Amblyomma cajennense), o qual transmite a bactéria intracelular Rickettsia rickettsii, agente causador da Febre Maculosa Brasileira. As capivaras hospedeiras, ao serem infectadas por carrapatos vetores, apresentam bacteremia por até três semanas, podendo evoluir ao óbito ou à cura. Durante a bacteremia, as capivaras podem disseminar o agente para outros carrapatos que as estiverem parasitando, causando a amplificação da bactéria no ambiente. Os carrapatos podem se alimentar de qualquer hospedeiro acidental, inclusive o homem, transmitindo assim o agente infeccioso e causando a doença.

 

Curiosidades

Menor peixe

23/08/2012 17:23

 

O menor peixe é o gobio Filipino que mede 7,6 milímetros.
Curiosidades do mundo animal

Tenrec

23/08/2012 17:21

 

O animal com maior número de tetas é o tenrec comum que tem 29.
Curiosidades do mundo animal

Galinha

23/08/2012 17:20

 

A galinha que mais punha ovos era uma Leghorn branca que em 364 dias pôs 371 ovos.
Curiosidades do mundo animal

Mosquito

23/08/2012 17:18

 

Os mosquitos são os animais mais perigosos da terra: ocasionam milhões de mortes ao ano.
Curiosidades do mundo animal

Ornitorrinco

23/08/2012 17:14

 

O ornitorrinco e a musaranha(um marsupial parecido com um rato) são os dois únicos mamíferos venenosos.
Curiosidades do mundo animal

Pitohui

23/08/2012 17:12

 

A ave mais venenosa, e a única, é o Pitohui encapuchado de Nova Guiné.
Curiosidades do mundo animal

Serpente

23/08/2012 17:10

 

A Taipan do noroeste da Austrália é a serpente com um dos venenos mais potentes.
O veneno de apenas uma destas serpentes pode matar 125.000 ratos.
Curiosidades do mundo animal

Serpente

23/08/2012 17:09

 

As serpentes mais venenosas são as marinhas: a hydrophis e a hudropis.
Curiosidades do mundo animal

23/08/2012 17:07

 

O anfibio mais venenoso é a rã Flecha Venenosa que vive na Colômbia.
Curiosidades do mundo animal

Boi

23/08/2012 17:05

 

O maior rebanho bovino do mundo, estimado em quase 200 milhões de cabeças, é o Indiano; onde este animal é considerado sagrado.
Curiosidades do mundo animal
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